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5 Melhores exercicios para Emagrecer

Os exercícios aeróbicos, como caminhada rápida e corrida, aumentam a frequência cardíaca e queimam mais calorias enquanto que os exercícios de resistência como a musculação, favorecem a hipertrofia muscular, que é o aumento do tamanho do músculo, o que aumenta a capacidade da pessoa de queimar calorias mesmo durante o repouso.

1. Treino HIIT

O treino HIIT, ou High Intensity Interval Training, corresponde a um conjunto de exercícios que devem ser realizados em alta intensidade com o objetivo de acelerar o metabolismo e promover a queima de maior quantidade de gordura possível. Os exercícios são realizados de forma intensa para elevar bastante os batimentos cardíacos e por isso é mais indicado para quem já pratica algum tipo de atividade física, embora existam treinos de HIIT para iniciantes, mas que consistem em numa série de exercícios mais fáceis.

Quantidade de calorias perdidas: este exercício é capaz de queimar até 400 calorias por hora. No entanto, para que essa quantidade de calorias seja atingida e o corpo continue a queimar calorias, mesmo após o término da atividade física, é importante que seja realizada sob orientação de um profissional de educação física, pois assim é possível atingir e manter a intensidade alta durante todo o exercício.

2.Treino de Crossfit

O treino de crossfit também é bastante intenso e exige maior capacidade cardiorrespiratória, já que o treino é realizado em circuito com alta intensidade e com pouco tempo de descanso entre os exercícios, e mobilidade das articulações, sendo, por isso, mais indicado para pessoas que estão mais habituadas a frequentar a academia. Nesse tipo de treino são usados pesos diferentes, cordas, pneus e muitas vezes os exercícios são realizados, fora da academia ou ao ar livre.

Quantidade de calorias perdidas: este tipo de treino pode promover a queima de até 700 calorias por hora. Para potencializar a queima de calorias, o emagrecimento e ganho de massa muscular, é importante que a prática do crossfit seja orientada por um profissional, principalmente se a pessoa for iniciante nesse esporte, for sedentária ou se possuir alguma limitação articular.

3.Aulas de Dança

As aulas de dança correspondem a uma forma dinâmica de melhorar a capacidade cardiorrespiratória, fortalecer e tonificar os músculos, aumentar a flexibilidade e se divertir, além de também ser uma ótima forma de queimar calorias e perder peso.

Quantidades de calorias perdidas: as calorias queimadas variam de acordo com o estilo de dança e o tempo que é praticada. No caso do forró, por exemplo, é possível perder cerca de 400 calorias por hora, enquanto que na zumba é possível ter um gasto médio de 600 calorias por hora de exercício. No entanto, para conseguir queimar essa quantidade de calorias, é preciso que a atividade seja realizada de forma intensa.

4.Spinning

As aulas de spinning são feitas em diferentes intensidades, mas sempre em cima de uma bicicleta. Essas aulas, além de promoverem grande gasto de calorias e promoverem o emagrecimento, também promovem o fortalecimento dos músculos, a queima de gordura das pernas e a melhora da resistência cardiorrespiratória.

Quantidade de calorias perdidas: neste exercício é possível queimar cerca de 600 a 800 calorias por hora.. Para potencializar o gasto calórico das aulas de spinning, é preciso que a pessoa faça a aula de acordo com o que for solicitado pelo instrutor.

5.Hidroginástica

A hidroginástica é ótima para emagrecer e melhorar a capacidade cardiorrespiratória. Como a água relaxa a tendência é ir diminuindo o ritmo, mas se deseja emagrecer, o ideal é estar numa turma com este mesmo propósito, porque fazer exercícios num ritmo para idosos se manterem saudáveis, pode não ser suficiente para queimar gordura.

Quantidade de calorias perdidas: neste tipo de atividade é possível queimar até 500 calorias por hora, mas que isso aconteça é preciso que se esteja sempre em movimento, o suficiente para ficar com a respiração ofegante.

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Alimentos que ajudam a Emagrecer

Os alimentos que ajudam a emagrecer são aqueles que melhoram o trânsito intestinal, combatem a retenção de líquidos, aceleram o metabolismo ou ajudam a queimar calorias como a melancia, a aveia e a berinjela, por exemplo.

Esses alimentos devem ser consumidos diariamente ao longo do dia, juntamente com a prática de atividade física regular e uma alimentação saudável pobre em açúcar, doces, gordura, frituras e alimentos processados. Além disso, é importante também praticar atividade física diariamente, como por exemplo caminhada 3 vezes por semana por cerca de 1 hora.

1. Pêra

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A pêra é rica em água e contém 71% de fibras insolúveis, garantindo maior sensação de saciedade e melhora do trânsito intestinal. Além disso, o açúcar natural da fruta tira a vontade por doces e aumenta gradualmente o açúcar do sangue, o que ajuda a reduzir a fome e a evitar o consumo de alimentos açucarados.

Como consumir: Para ajudar a emagrecer, ela deve ser consumida cerca de 20 minutos antes das refeições principais.

2.Vinagre de maçã

Vinagre de Maçã CASTELO 750ml | Pão de Açúcar

O vinagre de cidra de maçã, popularmente usado como tempero, também é um dos alimentos que ajudam a emagrecer. Um estudo feito com japoneses obesos mostrou que 15 mL ou 30 mL de vinagre de maçã ingeridos diariamente durante 12 semanas pode reduzir de 1,2 a 1,7 kg do peso corporal dos participantes do estudo.

3.Batata-doce

Batata doce 20kg delivery | Cornershop by Uber - Brasil

A batata-doce, além de ser nutritiva, possui várias propriedades que a tornam um alimento perfeito, tanto para ajudar a emagrecer quanto para a nutrir.

Ela é rica em potássio, um nutriente que a maioria das pessoas não tem o suficiente e desempenha um papel importante no controle da pressão arterial.

Estudos mostram que a batata é capaz de proporcionar significativa sensação de saciedade. E, se você fervê-la e deixar esfriar por um tempo, ela formará grandes quantidades de amido resistente, uma substância semelhante a uma fibra que demonstrou ter vários benefícios para a saúde, incluindo perda de peso. O cuidado é apenas evitar a batata-doce na forma frita.

4.Pimenta

Pimenta: tudo o que você precisa saber sobre esse fruto

Além de possuírem poderosos antioxidantes que reduzem inflamações e protegem as células de danos, as pimentas possuem capsaicina.

Um estudo mostrou que a capsaicina diminui o desejo de comer. Outros estudos mostraram que a ingestão dos capsioides das pimentas está associada à perda de gordura da região abdominal, à perda de peso e à prevenção de ganho de peso.

5.Gengibre

Gengibre - Plantas - InfoEscola

O gengibre é ótimo para dar sabor aos pratos, esquentar o corpo num dia frio na forma de chá, aromatizar a casa e tratar da dor de garganta. Mas o que nem todo mundo sabe é que o gengibre também pode aumentar o metabolismo em cerca de 20%, o que ajuda a emagrecer.

6.Banana

Banana - Nutrientes e Benefícios para a saúde - Frutas - InfoEscola

De sabor único e textura suave, a banana é rica em carboidratos e possui um pouco mais de calorias do que outras frutas (105 para uma banana de tamanho médio). No entanto, essas calorias são quase completamente livres de gordura. Uma fruta ótima para quem está buscando emagrecer.

O potássio que elas contêm pode ser suficiente para cobrir as necessidades diárias. E estas famosas e deliciosas frutas amarelas estão cheias de magnésio, um mineral que também ajuda a regular a pressão sanguínea.

Graças à sua fibra e a seus antioxidantes, as bananas também ajudam a prevenir os riscos de diabetes, obesidade e certos tipos de câncer. Elas também são boas fontes de vitamina C e suas fibras auxiliam a regularização do trânsito intestinal.

7.Brócolis

Como plantar brócolis? Passo a passo - Blog da Plantei

O brócolis é um ótimo alimento para emagrecer. Esse vegetal é rico em nutrientes essenciais (cálcio, vitamina C, etc.), fibras, proteínas e ao mesmo tempo possui baixíssimas calorias. Suas fibras proporcionam sensação de saciedade, seus micronutrientes auxiliam a perda de peso e seus fitoquímicos ajudam a eliminar gorduras.

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O Que Comer de Madrugada

Para quem se pergunta se comer de madrugada engorda, a resposta é positiva. Pelo menos de acordo com uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, que indicou que quando ocorre o consumo de alimentos depois do jantar ou em qualquer horário fora do ritmo normal – como é o caso da madrugada – o corpo ganha uma predisposição para armazenar as calorias consumidas como gorduras e não para queimá-las na forma de energia.

O estudo mostrou também que fazer lanchinhos tarde da noite não somente pode estimular o aumento de peso como também pode aumentar os níveis de açúcar no sangue e, por consequência elevar o risco de desenvolvimento de doença crônica.

O que comer de madrugada se eu não quero engordar?

É preciso tomar cuidado com o lanchinho da madrugada para que ele não se torne um empecilho na dieta, fazendo com que se ganhe peso em excesso, não é mesmo? Até porque, como acabamos de ver, o hábito realmente pode ser perigoso para a nossa saúde.

Para os casos em que não der para evitar comer tarde da noite, seguem algumas sugestões para que você saiba o que comer de madrugada sem engordar:

Chá de camomila

De acordo um estudo de revisão divulgado pelo Molecular Medicine Reports, preparações à base de camomila, como chá e aromaterapia com óleos essenciais, podem ser usadas para tratar insônia e induzir sedação com efeitos calmantes. A planta possui uma substância chamada apigenina, que pode se ligar aos receptores do cérebro para dar a sensação de relaxamento.

Queijo cottage

Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade Estadual da Flórida mostrou que consumir 30 gramas de proteína cerca de 30 minutos antes de dormir pode ter um efeito positivo na qualidade muscular, metabolismo e saúde geral. E a melhor parte: não há ganho de gordura corporal. O alimento usado no teste foi o queijo cottage, mas os pesquisadores querem ampliar o estudo para outras fontes de proteína no futuro.

 Água

A sensação de sede pode ser confundida com a sensação de fome – ou seja, a pessoa acredita que está faminta, quando na verdade precisa mesmo é se hidratar.

Quando a pessoa não se hidrata durante o dia, parece que sente mais fome durante o período da noite. “O cérebro engana”.

Assim, a primeira dica sobre o que comer de madrugada para não engordar não é exatamente o consumo de um alimento específico. A orientação consiste em se certificar de que a suposta fome não é sede é tomar um copo de água nos momentos em que achar que o apetite está gritando em plena madrugada.

Depois disso, vale a pena ir ao banheiro para urinar para não correr o risco de ter que levantar novamente no meio da noite somente para usar o banheiro.

Frutas 

Não precisa ser uma fruta inteira – vale um pedaço ou uma porção pequena, que não ultrapasse as 200 calorias mencionadas acima. As frutas são fontes de fibras, que auxiliam em relação à saciedade, portanto podem ajudar a matar a fome de madrugada.

Isso sem contar que elas são saudáveis e servem como fonte de nutrientes fundamentais para o funcionamento do organismo humano, como vitaminas e minerais. Só tome cuidado com as frutas diuréticas – que estimulam a urina – para não ficar acordando durante a madrugada para esvaziar a bexiga no banheiro.

Alguns exemplos de frutas diuréticas são: melancia, melão, abacaxi, maçã, pera e limão.

Mitos e Verdades sobre a Dieta Paleolítica

Baseada na alimentação dos nossos ancestrais, a chamada dieta paleolítica é uma opção que muitas pessoas recorrem com o intuito de perder peso. Em linhas gerais, ela é baseada no corte de carboidratos e aumento da ingestão de proteínas, oleaginosas e sementes na alimentação diária. O modelo fez tanto sucesso que até idealizou outras vertentes, como é o caso da “alimentação forte”.

Contudo, a dieta paleolítica também tem suas controvérsias. Estudos têm mostrado, por exemplo, que por trás dessa troca de alimentos que dão energia como os carboidratos por outras opções, podem existir problemas capazes de afetar a saúde de maneira geral.

4 mitos e verdades sobre a dieta paleolítica

Ela recebe esse nome porque tenta resgatar a alimentação na Era Paleolítica, período em que ainda não havia agricultura.

Nossos ancestrais não consumiam carboidratos

Mito. Um estudo publicado pelo University of Chicago Press Journals mostrou que o consumo de carboidratos, particularmente na forma de amido, foi fundamental para a expansão acelerada do cérebro humano nos últimos milhões de anos. Segundo os pesquisadores, comer carne pode ter desencadeado a evolução de cérebros maiores, mas alimentos ricos em amido, nos tornaram mais inteligentes.

A dieta paleolítica pode ajudar a diminuir a circunferência da cintura

Verdade. Uma pesquisa postada pelo Nutrition Journal apontou que a dieta paleolítica pode auxiliar em um efeito significativo no peso e na circunferência da cintura, se seguida com o auxílio e supervisão de um nutricionista. No entanto, são necessários mais estudos clínicos para comprovar os verdadeiros benefícios à saúde.

Ela faz bem para o coração

Mito. De acordo com um estudo do European Journal of Nutrition, a dieta paleolítica seguida a longo prazo está associada a diferentes efeitos na microbiota intestinal. Entre eles está o aumento de um metabólito que pode estar associado ao surgimento de doenças do coração. Segundo os cientistas, pode ser necessária uma variedade de componentes de fibra, incluindo fontes de grãos integrais, para manter a saúde intestinal e cardiovascular.

Esse tipo de alimentação pode auxiliar no controle de síndromes metabólicas

Parcialmente verdade. Segundo uma pesquisa do American Journal of Clinical Nutrition, de fato, a dieta paleolítica pode resultar em melhorias de curto prazo nos componentes da síndrome metabólica se comparada a outras dietas de controle baseadas em diretrizes. Mas são necessários mais estudos para esclarecer os benefícios e riscos desse tipo de alimentação.

Dieta Paleolítica

A dieta paleolítica, também conhecida como dieta paleo, é um tipo de alimentação cujos fundamentos se baseiam nos regimes alimentares que nossos ancestrais realizavam na idade das pedras, que se baseava na caça, de modo que 19 a 35% da dieta é composta por proteínas, 22 a 40% de carboidratos e 28 a 47% de gorduras.

Essa dieta é uma opção para as pessoas que desejam baixar o peso ou controlar melhor os níveis de açúcar no sangue, realizando algumas modificações no seu estilo de vida. Esta alimentação é baseada principalmente no consumo de alimentos frescos e naturais, evitando alimentos processos e sendo rica em fontes de gordura saudáveis, nozes, carnes com baixo teor de gordura, peixe e marisco.

É importante mencionar que este tipo de dieta não é para todas as pessoas, sendo importante consultar o nutricionista para que seja feita uma avaliação individualizada e seja indicado um plano nutricional adaptado às suas necessidades e às suas condições de saúde.

Diferença entre a dieta paleolítica e a low carb

A principal diferença é que na dieta Paleo deve-se evitar todo tipo de grãos ricos em carboidratos, como arroz, trigo, milho e aveia, por exemplo, enquanto na dieta low carb esses grãos ainda podem ser consumidos em pequenas quantidades algumas vezes por semana.

Além disso, a dieta low carb permite o consumo de alimentos processados, desde que não sejam ricos em açúcar, farinhas e outros carboidratos, enquanto na dieta paleolítica o ideal é reduzir ao máximo o consumo de industrializados.

O que comer

Na dieta paleolítica é recomendado incluir na alimentação do dia a dia os alimentos que provêm da natureza, sendo importante que sejam consumidas frutas como maçã, pera, banana, laranja e abacaxi. Além disso, outros alimentos que devem fazer parte desse tipo de dieta são:

  • Vegetais como, acelga, rúcula, alface e espinafre;
  • Legumes como cenoura, pimentão, abobrinha, abóbora e berinjela;
  • Raízes e tubérculos, como batata, batata doce, inhame, mandioca;
  • Carnes com baixo teor de gordura, como peixes, mariscos, rã, frango, peru, carne de cordeiro, carne de cabra, fígado, língua e tutano;
  • Frutos secos, como amêndoas, castanha do Pará, castanha de caju, avelãs, nozes, pistache, macadâmia, abóbora, gergelim e sementes de girassol;
  • Azeites de oliva, abacate e linhaça;
  • Café e chás, 1 vez por dia e sem açúcar.

Os alimentos a serem incluídos na dieta paleolítica devem ser recomendados pelo nutricionista para evitar deficiências nutricionais e complicações, como perda de cálcio, problema nos rins, confusão mental e desmaios

Alimentos que devem ser evitados

Na dieta paleolítica não estão presentes os seguintes alimentos:

  • Cereais e alimentos que os contenham: arroz, trigo, aveia, cevada, quinoa e milho;
  • Grãos: feijão, amendoim, soja e todos os produtos, como tofu, ervilhas e lentilhas;
  • Açúcares e qualquer alimento ou preparação que contenha açúcar, como biscoitos, bolos, sucos pasteurizados e refrigerantes;
  • Leite e derivados, como queijos, iogurtes, creme de leite, leite condensado, manteiga e sorvete;
  • Alimentos processados e empacotados;
  • Carnes gordurosas, como bacon, mortadela, salsicha, pele de peru e de frango, presunto, calabresa, salame, conservas de carne, porco e costelinha;
  • Sal e alimentos que o contenham.

Dependendo da pessoa, é possível adaptar a dieta paleolítica à pessoa, podendo ser consumidas as carnes compradas nos supermercados, comprar azeite de oliva e de linhaça e farinhas que são provenientes das oleaginosas, como farinha de amêndoa e de linhaça.

As melhores fontes de proteínas para vegetarianos

É verdade que carnes, peixes, frangos e ovos são fontes de proteína, mas isso não quer dizer que todas as possibilidades para consumir a substância se resumem em alimentos de origem animal. As opções proteicas de origem vegetal são diversas para vegetarianos, veganos ou mesmo onívoros – basta usar sua criatividade e montar receitas saborosas e ricas nesse macronutriente.

É o caso das leguminosas como a ervilha, a lentilha e o grão-de-bico, que podem compor sopas, caldos ou servir de acompanhamento no almoço e jantar. Outra opção inclui todos os tipos de feijão, do preto e do carioca ao fradinho e vermelho.

A soja também é uma fonte versátil de proteínas e pode ser consumida em grãos ou como tofu e missô. Outro alimento que é pouco conhecido no Brasil, mas que também é uma opção rica em valor proteico, é a fava, um tipo de leguminosa verde que combina muito bem com saladas.

Valores impressionantes

Para se ter uma noção, em 100 g de lentilha crua há aproximadamente 23 g de proteína. Já nos casos da ervilha e do feijão, eles contêm, respectivamente, 24,5 g e 20 g (também em 100 g).

Outros alimentos proteicos que fazem parte do reino vegetal são as oleaginosas, como as castanhas, as nozes, as avelãs, as macadâmias e as amêndoas. Além delas, algumas sementes também podem ser ricas em proteínas.

Em 100 g de amendoim pode-se encontrar cerca de 25 g de proteína. Quer outro exemplo? Em 100 g de amêndoas e de gergelim há aproximadamente 21 g e 18 g, respectivamente.

Cereais também são fontes de proteínas para vegetarianos

O grupo dos cereais também conta com opções proteicas para todos os gostos. A aveia é um exemplo clássico, sendo uma das mais ricas no macronutriente. Em 100 g há cerca de 14 g de proteína.

A quinoa, proveniente da região andina na América do Sul, é outra fonte. Cozinhe-a com legumes e temperos e você terá uma refeição com 13 g de proteína em uma porção de 100 g.

Por fim, um alerta é em relação ao consumo de fungos. Ao contrário do que muita gente acredita, os cogumelos NÃO são boas fontes de proteínas para a alimentação diária. Por isso, diversifique sua rotina com grãos, leguminosas, oleaginosas e cereais para alcançar os valores diários.

Jejum intermitente ou dieta hipocalórica tradicional

Com o intuito de perder peso, muitas pessoas recorrem ao chamado jejum intermitente, que como o nome diz, é uma estratégia em que o adepto a essa alimentação intercala períodos de jejum, consumindo apenas líquidos como água e chás, com períodos de consumo alimentar livre ao longo do dia.

Mas será que ele traz resultados tão objetivos quanto os de uma dieta hipocalórica tradicional? Para descobrir, um estudo publicado pelo periódico Clinical Nutrition avaliou os efeitos a curto prazo do jejum intermitente e da alimentação hipocalórica tradicional no corpo.

Para isso, os pesquisadores recrutaram voluntários entre 35 e 75 anos que possuíam elevada circunferência da cintura, relacionada a alto risco cardiometabólico. Após a coleta de dados, eles foram divididos em dois grupos, um orientado a seguir padrões de dieta Mediterrânea com restrição energética sete dias da semana (REC) e outro que também deveria seguir a dieta mediterrânea, mas em dois dias da semana realizavam o jejum intermitente (REI), no final de sete dias, ambos os grupo consumiam a mesma quantia de calorias e de nutrientes.

REC ou REI?

Como resultado, ambos os grupos tiveram uma redução significativa de peso (-2,6% no grupo do jejum intermitente e -2,9 % entre os que seguiram dieta hipocalórica tradicional). Além disso, diminuições na circunferência de cintura, no Índice de Massa Corpórea (IMC), na porcentagem de gordura corporal e na ingestão energética foram observadas nos dois grupos, mostrando que não há superioridade de uma estratégia nutricional sobre a outra.

Com isso, os autores puderam concluir que tanto a dieta hipocalórica tradicional quanto a intermitente, ambas em curto prazo, são comparáveis em relação aos seus efeitos na maioria dos marcadores de risco cardiometabólico. Mas vale ressaltar que qualquer mudança alimentar deve ser indicada e acompanhada por um nutricionista.

O que comer antes de correr?

Saber o que comer antes de correr é muito importante para os adeptos dessa prática esportiva, afinal, para garantir energia e disposição na rotina de caminhadas e corridas é fundamental manter uma alimentação equilibrada. E há certos alimentos que podem contribuir com o desempenho.

O que comer antes de uma corrida de 5km?

O ideal é consumir alimentos fontes de carboidrato, como frutas, pães e cereais. Eles são responsáveis para dar energia extra nesse percurso. Mas por se tratar de uma distância relativamente extensa (principalmente para iniciantes), estar bem hidratado é ainda mais importante.

Além disso, também é necessário evitar alguns alimentos gordurosos, pois eles podem causar um desconforto gástrico e potencialmente prejudicar o desempenho na corrida.

Já para corridas mais longas, como 10km e 21km, a refeição deve ser mais reforçada, pois esses trajetos exigem mais do organismo. No entanto, é importante não exagerar na quantidade dos alimentos da mesma forma. Para não errar nas escolhas, o ideal é conversar com um nutricionista.

Para dar energia

É recomendado a ingestão de alimentos que possam trazer energia, mas que não deixam de ser nutritivos, como:

  • Carboidratos: pães integrais, batata-doce, amendoim, brócolis etc;
  • Frutas: banana, maçã, pêra e também frutas secas;
  • Proteínas: ovos, frango, peito de peru, queijos, iogurte e leite desnatado;
  • Cereais: arroz, milho, aveia, granola.

Além de uma alimentação saudável, uma boa hidratação é indispensável. Beber água, por exemplo, ajuda o organismo a manter um controle da temperatura durante a corrida e evita a desidratação.

Para emagrecer

Para quem quer correr para emagrecer, o ideal é comer antes da corrida alimentos considerados de baixo índice glicêmico (que não elevam os níveis de açúcar no sangue), mas também são capazes de fornecer energia,. Veja algumas dicas:

  • Frutas;
  • Iogurte desnatado;
  • Claras do ovo;
  • Granola (sem açúcar);
  • Shakes.

Qual a estação do ano que seu Corpo Queima Mais Calorias

Qual é a sua estação do ano preferida para treinar? Tem quem prefira o verão para caminhar na orla da praia, enquanto outros preferem o inverno pelo fato de suar menos em meio aos exercícios. Já os amantes da primavera e do outono prezam pelo clima mais ameno.

O corpo gasta mais calorias no frio?

Sim. Quando está frio, o organismo tem de produzir mais energia para manter a temperatura corporal adequada (em torno de 36,5 °C), e isso faz com que o metabolismo aumente. “Mas a elevação do gasto calórico é pequena e não vai gerar perda de peso corporal”.00

O que acontece exatamente com o corpo?

O aumento da geração de energia no organismo para equilíbrio da temperatura ocorre dentro da mitocôndria na forma de energia livre, ou seja, que não é aproveitada para as funções metabólicas do organismo. No nosso cérebro, na região do hipotálamo, existe um centro de controle da temperatura corporal que faz a conexão com o sistema nervoso autônomo para que, ao ser detectada a sensação de frio, seja liberada mais catecolamina. Esse composto orgânico aumenta a liberação de energia livre –ou calor — na mitocôndria, que é o que irá aquecer nosso corpo, quimicamente falando.

Cada estação, um efeito

A pesquisa avaliou como a variação do gasto energético de repouso e de outros fatores, como composição corporal e a função da tireoide, funcionam ao longo das quatro estações do ano.

Participaram do estudo 867 voluntários saudáveis que foram divididos em quatro grupos: primavera, verão, outono e inverno, dependendo da época do ano em que foram incluídos no estudo.

Como conclusão, foi possível observar uma diferença significativa dos gastos energéticos entre os grupos, que foi mais baixo no verão, aumentou gradualmente na primavera e outono e foi mais alto no inverno, em homens e mulheres.

Porém, vale ressaltar que mais estudos são necessários para considerar essa variável no cálculo do gasto energético em repouso.